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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Já viste?


























ir à luta do que importa não é para todos.

desistir, é sempre mais fácil.

né?

;)

Olha aí a minha gata...rsrsrsrsrsr


só me apetece é comer-lhe a cona toda...e o cu...e as mamas...a boca...tudo!

não leves a mal, ok?

domingo, 28 de dezembro de 2014

Porque para se ter vista panorâmica...é preciso estar no cume...e olhar, de olhos abertos.

A Metafísica de Platão

O sistema metafísico de Platão centraliza-se e culmina no mundo divino das ideias; e estas contrapõe-se a matéria obscura e incriada. Entre as ideias e a matéria estão o Demiurgo e o mundo, através de que desce das ideias à matéria aquilo de racionalidade que nesta matéria aparece.
O divino platônico é representado pela ideia do Bem, que está no vértice. A existência desse mundo ideal seria provada pela necessidade de estabelecer uma base ontológica, um objeto adequado ao conhecimento conceptual, que se impõe ao lado e acima do conhecimento sensível, para poder explicar verdadeiramente o conhecimento humano na sua efetiva realidade.
E, em geral, o mundo ideal é provado pela necessidade de justificar os valores, o dever ser, de que este nosso mundo imperfeito participa e a que aspira.
Visto serem as ideias conceitos personalizados, transferidos da ordem lógica à ontológica, terão consequentemente as características dos próprios conceitos: transcenderão a experiência, serão universais, imutáveis. Além disso, as ideias terão aquela mesma ordem lógica dos conceitos, que são ordenadas em sistema hierárquico, estando no vértice a ideia do Bem, que é papel da lógica real, ontológica, esclarecer.
Como a multiplicidade dos indivíduos é unificada nas ideias respectivas, assim a multiplicidade das ideias é unificada na ideia do Bem. Logo, a ideia do Bem, no sistema platônico, é a realidade suprema, donde dependem todas as demais ideias, e todos os valores (éticos, lógicos e estéticos) que se manifestam no mundo sensível; é o ser sem o qual não se explica o vir a ser. 

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quem joga jogos, no Amor...perde...

































































As mulheres estão habituadas a jogar jogos, estão habituadas ao homem comum, estão habituadas a ser a última coca cola do deserto, estão mal habituadas...estão mal habituadas por todos os cordeiros que lambem o chão que elas pisam.

É preciso que se saiba, é preciso que se perceba, jogar jogos? jogar jogos com o Gambit resulta em perda de ambas as partes, uma derrota de ambas as partes...

O Homem desperto, não vai em jogos infantis, observa, apenas como espectador...

A desilusão é o que a Mulher ganha se entrar por caminhos desonestos...com o Gambit...procurando demasiado o erro, jogando demasiado a mentira...perde-se a verdade.

O Amor não se alcança por via da mentira.

O Amor perde-se na mentira.

Os jogos com o Gambit, são para perderes...

O Gambit apenas se deslumbra na pureza de espírito, na verdade...tudo o resto é veneno que segregas e onde o Gambit se banha imune aos seus efeitos.

Este Gambit? trata-se por tu com a verdade da vida...somos amigos intimos...

Castelos de areia? fazia, em pequeno na praia...

És uma criança. Queres que continue a brincar com a tua cabeça? Ou queres Amor? Pensas que brincas comigo? que me provocas? que jogas comigo? que me enganas? rsrsrsrsrsrsr...repara, o que é que ganhaste até agora? ganhaste perda...cada vez mais ganhas perda...e lembra-te, o negativismo da vida, das pessoas, o seu mau karma produto da mentira, é o teu fardo...não o meu.

Sou de verdades, de vida nos olhos...

Não sou mais um, como todos os que conheces...que conheceste.

Insistes na mentira, vais perder, vais sofrer, no final? vais-me perder...e eu? eu não vou sentir nada.

Sê Mulher.

Porque o meu coração é grande, não quer dizer que eu seja estúpido.

Sou eu, à tua frente.