Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesmo, mas com certeza não serei o mesmo para sempre.
quarta-feira, 20 de março de 2019
A verdade?
As pessoas profundas raramente se encontram na união desta vida...digo eu que só encontrei uma assim...
As coisas que poderíamos ser
Poderíamos ser a vergonha da nossa consciência...ou poderíamos ser a vanguarda dos nosso infinito…
Poderíamos ser a oportunidade, a janela do oportunismo...poderíamos ser perfeitos e ser a ideia e não o facto. Poderíamos ser a expectativa dos outros e não a realidade.
Poderíamos ser o que não somos e nunca ser o que somos…
Somos todos diferentes e os nossos pares são unos e indivisíveis...é raro encontrar o nosso par.
Somos raros no mundo plural, nas planícies da vulgaridade surgimos nas montanhas com vista para o mar, isolados e sós olhamos ao longe de encontro um ao outro e não nos vemos, mas sentimo-nos as dores uns dos outros. A nossa tristeza é também a nossa singularidade e é o que nos dói aquilo que também somos e onde nos juntamos em cumplicidade. Queres tu o mesmo que eu…
Abraçamos a tristeza dos dias tristes porque sem ela não seriamos nós mas outros...sorrimos na tristeza um do outro e tu abraças a minha e eu a tua, sorrimos e estamos juntos neste mundo vazio mas tão cheio de gente.
O frenesim e o barulho do mundo nada nos diz mas encontramo-nos em isolamento no nosso lugar comum, tu perto de mim e eu perto de ti, juntos sabemos que lá fora é uma selva e procuramos estar fora, dentro do mundo que erguemos à nossa imagem.
Tornamo-nos um e sabemos que depois disto não existe mais nada senão um mundo material que não levaremos para a cova, acreditamos em Deus e na vida para além da morte e consciente das minhas imperfeições tento debelá-las depurá-las, tento desmaterializar a superficialidade e a futilidade, mais velho e mais experiente vejo claramente o que é e o que não é...tu Amas-me e eu Amo-te e na pobreza da nossa condição regozijamos na riqueza que encontramos, este nosso tesouro.
Podíamos mais, ser mais, ter mais, mas somos duas almas tristes e abandonadas à procura de redenção e descanso, lambemos as feridas um do outro e fodemos no Amor singular que temos. Estamos isolados do mundo e esta é a terra de ninguém…
Somos frágeis e débeis mas o nosso Amor é avassalador. Acreditamos em Deus e envergonhamo-nos das nossas falhas e lacunas, tentamos melhorar e evoluir...não vamos em catolicismos nem em fundamentalismos da religião, mas sabemos que a virtude e a verdade caminham de mãos dadas, acreditamos que devemos ser melhores e abandonar a merda que nos prende, queremos atingir um estado onde o nosso Deus tenha orgulho em nós, porque acreditamos nele por muito que os que não acreditam no nosso Deus, essa justiça, harmonia e bem universais, essa entidade sem propriedade ou corpo, nos ridicularizem...buscamos forças onde poucos acreditam existir. Fazemos jus às crenças que sentimos dentro.
Queremos ser melhores, evoluir e aprender mais, envergonhamo-nos dos nossos erros e fraquezas…
Somos guerreiros do espírito, conscientes num mundo inconsciente, despertos num mundo de adormecidos.
O que somos é a arte que podemos ser, a nossa parca aceitação e o pouco encaixe que temos na multidão.
Somos um beijo eterno, e depois de aprendermos e tentarmos ajudar os nossos, sonhamos nunca mais voltarmos a este planeta, a este plano onde já parece que vivemos tantas vezes...onde sentimos que não pertencemos. Fazemos força para que juntos no final desta jornada, de mãos dadas, nos evaporemos e desvanecemos juntos pelo universo fora.
Porque sabemos que somos mais espírito do que o corpo que a nossa alma anima...porque sabemos que Deus é mal compreendido embora saibamos o que é...e porque sabemos e sentimos que Deus é a democracia do bem, a solidariedade dos nossos espíritos e a eternidade do futuro que sonhamos ser.
Que depois disto, possamos, eu e tu, descansar em paz, na influência eterna da energia que faz os bons apesar da merda que nos atropela…
Porque quando olho para ti, vejo-me a mim, também, reflectido nos teus olhos…
E o meu maior pecado sempre será este, de querer que me Ames incessantemente…
Quem me dera, que tu existisses...
Poderíamos ser a oportunidade, a janela do oportunismo...poderíamos ser perfeitos e ser a ideia e não o facto. Poderíamos ser a expectativa dos outros e não a realidade.
Poderíamos ser o que não somos e nunca ser o que somos…
Somos todos diferentes e os nossos pares são unos e indivisíveis...é raro encontrar o nosso par.
Somos raros no mundo plural, nas planícies da vulgaridade surgimos nas montanhas com vista para o mar, isolados e sós olhamos ao longe de encontro um ao outro e não nos vemos, mas sentimo-nos as dores uns dos outros. A nossa tristeza é também a nossa singularidade e é o que nos dói aquilo que também somos e onde nos juntamos em cumplicidade. Queres tu o mesmo que eu…
Abraçamos a tristeza dos dias tristes porque sem ela não seriamos nós mas outros...sorrimos na tristeza um do outro e tu abraças a minha e eu a tua, sorrimos e estamos juntos neste mundo vazio mas tão cheio de gente.
O frenesim e o barulho do mundo nada nos diz mas encontramo-nos em isolamento no nosso lugar comum, tu perto de mim e eu perto de ti, juntos sabemos que lá fora é uma selva e procuramos estar fora, dentro do mundo que erguemos à nossa imagem.
Tornamo-nos um e sabemos que depois disto não existe mais nada senão um mundo material que não levaremos para a cova, acreditamos em Deus e na vida para além da morte e consciente das minhas imperfeições tento debelá-las depurá-las, tento desmaterializar a superficialidade e a futilidade, mais velho e mais experiente vejo claramente o que é e o que não é...tu Amas-me e eu Amo-te e na pobreza da nossa condição regozijamos na riqueza que encontramos, este nosso tesouro.
Podíamos mais, ser mais, ter mais, mas somos duas almas tristes e abandonadas à procura de redenção e descanso, lambemos as feridas um do outro e fodemos no Amor singular que temos. Estamos isolados do mundo e esta é a terra de ninguém…
Somos frágeis e débeis mas o nosso Amor é avassalador. Acreditamos em Deus e envergonhamo-nos das nossas falhas e lacunas, tentamos melhorar e evoluir...não vamos em catolicismos nem em fundamentalismos da religião, mas sabemos que a virtude e a verdade caminham de mãos dadas, acreditamos que devemos ser melhores e abandonar a merda que nos prende, queremos atingir um estado onde o nosso Deus tenha orgulho em nós, porque acreditamos nele por muito que os que não acreditam no nosso Deus, essa justiça, harmonia e bem universais, essa entidade sem propriedade ou corpo, nos ridicularizem...buscamos forças onde poucos acreditam existir. Fazemos jus às crenças que sentimos dentro.
Queremos ser melhores, evoluir e aprender mais, envergonhamo-nos dos nossos erros e fraquezas…
Somos guerreiros do espírito, conscientes num mundo inconsciente, despertos num mundo de adormecidos.
O que somos é a arte que podemos ser, a nossa parca aceitação e o pouco encaixe que temos na multidão.
Somos um beijo eterno, e depois de aprendermos e tentarmos ajudar os nossos, sonhamos nunca mais voltarmos a este planeta, a este plano onde já parece que vivemos tantas vezes...onde sentimos que não pertencemos. Fazemos força para que juntos no final desta jornada, de mãos dadas, nos evaporemos e desvanecemos juntos pelo universo fora.
Porque sabemos que somos mais espírito do que o corpo que a nossa alma anima...porque sabemos que Deus é mal compreendido embora saibamos o que é...e porque sabemos e sentimos que Deus é a democracia do bem, a solidariedade dos nossos espíritos e a eternidade do futuro que sonhamos ser.
Que depois disto, possamos, eu e tu, descansar em paz, na influência eterna da energia que faz os bons apesar da merda que nos atropela…
Porque quando olho para ti, vejo-me a mim, também, reflectido nos teus olhos…
E o meu maior pecado sempre será este, de querer que me Ames incessantemente…
Quem me dera, que tu existisses...
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